Comemorando entre pessoas queridas
(da esquerda para a direita, as dançarinas da comemoração: Carol, eu, Nájima e Vivi).
Foto tirada pelo poderoso celular do amigo querido, Roger.
Um lance muito legal da dança do ventre é fazer amigos, o barato de interagir, dividir, compartilhar, rir e chorar junto, não tem preço.
Ontem eu pude compartilhar com alguns amigos e familiares um desses momentos para guardar no coração.
Minha festinha de comemoração dos dez anos de dedicação, estudo e prática de dança do ventre foi uma delícia, com a presença de pessoas muito queridas e com a sentida ausência de outras impossibilitadas de compartilhar comigo esse momento.
Estiveram comigo "dividindo a cena" as amigas Vivi e Nájima e minha irmãzinha Carol.
A Nájima eu conheci no final de 2003 quando fui fazer aulas com a Talis e a gente se tornou mais amiga depois que ambas sairam da escola. Ela estava linda com sua roupa de plumas e dançou, com a espada, uma música bacana da Superstars 6 que eu nunca tinha ouvido e ficou bem legal.
A Carol é minha irmã mais nova e foi minha aluna por quase cinco anos. Como diz meu marido, ela é minha fiel escudeira, sempre esteve comigo nos eventos, shows, no palco ou na plateia. Minha Co querida, dançou bonitinha depois de um ano sem nenhuma prática, ao som de Batereflek, uma das minhas favoritas.
A Vivi é uma grande amiga que encontrei pelo grupo de e-mail da Shaide em 2004, na época ela estava no Acre e nossa ligação era virtual. Vez ou outra no ano ela passava por Campinas e a gente marcava de se encontrar, sempre longos papos de deixar com dor de garganta, a gente nunca fica sem assunto! A "fia", como a gente se chama, também celebra seus dez anos de dança do ventre esse ano e foi um imenso prazer tê-la aqui comigo apagando as velinhas, sim, porque, logicamente, teve bolo e parabéns, rs.
Ela dançou um baladi deliciosinho emendado no Mozart, com aquele macacão que é criação de estilista de tão lindo e "chicoso", ficou luxo, amei!
Eu dancei três músicas significativas. A primeira foi Mabruk, da Gi Bomentre, dedicada a três grandes amigos: Ludmilla, Indyanara e Rogério. Dos três apenas um estava presente, o Roger, pois a Indy (sua noiva) estava trabalhando (coitadinha, suando a camisa em Sampa!) e a Milla faleceu há alguns meses, uma ausência que ainda lamento todos os dias.
Esses amigos estiveram presente na maioria dos shows que fiz nesses anos todos e tem histórias engraçadas com essa música, que eu aproveitei para relembrar e contar ontem. Além disso, o trio estava presente quando eu dancei-a em meu primeiro solo.
A segunda música eu dediquei ao meu pai, minha mãe, minha avózinha e meu avô que foi para os céus ano passado. Trata-se de uma versão no violão da música Índia, ela lembra uma época muito boa que a gente viveu e traz ótimas recordações. Todo mundo se emocionou, avózinha e papais choraram, bonitinhos!
A última música que eu dancei foi Qoul Tany Kedah, da Nancy Ajram, falei dela aqui em outra oportunidade. Ela foi dedicada a meu marido, que a considera a "música perfeita" e ele merece todas as músicas dedicadas a ele pois sempre foi o mais presente, o cabide, o motorista, o câmera man, o porteiro dos eventos, o faz tudo, o ombro amigo, o marido, a MINHA DUPLA e o amor da minha vida.
Para finalizar uma musiquinha clichê, sina de toda bailarina, Simarik do Tarkan, só para "causar" no final fazendo beicinho com as amigas e "regabofe" com salgadinhos, refrigerante, parabéns, bolo e docinhos.
Uma noite boa, bem vivida, com contação de causos divertidos e boas lembranças! Motivo de sobra para sorrir a semana inteira...


4 comentários:
Ô que delícia!
Mais décadas e décadas de dança pra vc!
Beijos, flor!
que gostoso, Emine! é muito bom celebrar né? to com a mesma sensação....
^^
Foi bom, foi bom, foi muuuuuiio bom!!!!!!!!!!!
Aeee, adorei!!! Mas preciso dançar de verdade novamente...rs
PARABÉNS eterna professora!!
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