sábado, 23 de janeiro de 2010

Maquiagem dos antigos egípcios


Mulher observa estátua de Nefertiti, rainha egípcia, durante uma visita da imprensa ao Neues Museum, em Berlim

Maquiagem de chumbo dos antigos egípcios combatia infecções, dizem cientistas do New York Times

No antigo Egito, acreditava-se que a elaborada maquiagem dos olhos usada pela rainha Nefertiti e outras mulheres tivesse poderes de cura, invocando a proteção dos deuses Hórus e Ra, além de evitar doenças.
A ciência não aceita a mágica, mas considera os cosméticos de cura. A maquiagem à base de chumbo usada pelos egípcios possuía propriedades antibacterianas que ajudavam a evitar infecções comuns na época, de acordo com um relatório publicado neste mês no "Analytical Chemistry", uma publicação da Sociedade Americana de Química.

"Isso é intrigante; eles foram capazes de construir uma forte e rica sociedade, então não eram completamente loucos", disse Christian Amatore, químico da Ecole Normale Superieure, em Paris, e um dos autores do artigo. Porém, eles acreditavam que essa maquiagem podia curar --entoavam cânticos enquanto faziam a mistura com coisas que hoje chamamos de lixo.

Amatore e seus colegas pesquisadores usaram microscopia de elétrons e difração de raios-X para analisar 52 amostras retiradas de estojos de maquiagem egípcia preservados no Louvre.

Eles descobriram que a maquiagem era feita fundamentalmente pela mistura de compostos químicos à base de chumbo: galena, que produzia tons escuros e brilhantes, e os materiais brancos cerussita, laurionita e fosgenita.

Como as amostras haviam se desintegrado ao longo dos séculos, os pesquisadores não puderam determinar a porcentagem de chumbo na maquiagem.

Embora muitos textos escritos, pinturas e estátuas do período indiquem que a maquiagem era amplamente usada, os egípcios a viam como algo mágico e não medicinal, disse Amatore.


Infecções

No antigo Egito, na época em que o Nilo transbordava, os egípcios sofriam com infecções causadas por partículas que entravam no olho e traziam doenças e inflamações.

Os cientistas argumentam que a maquiagem com chumbo agia como uma toxina, matando as bactérias antes que se disseminassem.

Porém, embora sua pesquisa proporcione uma fascinante percepção de uma antiga cultura, os cientistas afirmam que a maquiagem não deve ser usada todos os dias.

Amatore explicou que a intoxicação dos compostos de chumbo ofuscava seus benefícios e que existem muitos casos documentados de envenenamento como resultado do uso do chumbo em pinturas e soldagens no século 20.

Neal Langerman, físico-químico e presidente da Advanced Chemical Safety, uma empresa de consultoria de segurança na saúde e proteção ambiental, afirmou: "Você não deve fazer isso em casa, especialmente se tiver criança pequena ou um cachorro que gosta de lambê-lo".

Beleza e perigo


Mesmo assim, segundo Langerman, faz sentido que os egípcios fossem atraídos pelos compostos.

"Chumbo e arsênico, entre outros metais, fazem lindos pigmentos de cor", disse ele. "Como eles criam cores atraentes e você pode transformá-los em pó, faz muito sentido usá-los como corantes de pele".

A questão do chumbo na maquiagem continua a ser debatida na indústria de cosméticos, particularmente em relação às pequenas quantidades de chumbo encontradas em alguns batons.

Embora alguns grupos e médicos argumentem que, com o tempo, usuários de batom podem absorver níveis de chumbo capazes de resultar em problemas de comportamento, a FDA --agência que regulamenta a produção e venda de diversos produtos nos Estados Unidos-- afirma que as quantidades de chumbo encontradas em maquiagens são pequenas demais para causar danos.

"É a dose que faz o veneno", disse Langerman, parafraseando o médico renascentista Paracelso. "Uma dose baixa mata as bactérias. Numa dose alta, a quantidade absorvida é demais".

Fonte: Folha Online

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Dois mil e 10 anos de dança!

Gente, em 2010, comemorarei 10 anos de dança! Que delícia!
Muita gente de peso diz que alguém com menos de 10 anos de dança não pode ser levada a sério, será que agora eu serei? Hehehe.
O lance é o seguinte, para mim o ano já acabou, falta entregar mais uma avaliação da pós, cumprir a tabela até as férias coletiva, já planejei meu próximo ano, só festa!
A boa notícia é que em 2010 eu volto a fazer aulas regulares de dança, inshalah!
O plano é participar das aulas duas vezes na semana, manter o corpo em movimento, sem a menor intenção de voltar ao meio profissional, dançar vez ou outra quando der na telha e pintar um convite bacana, ficar ali, no anonimato, quietinha, curtindo o que a dança tem de bom para oferecer ao meu corpo e espírito.
Sem compromisso, sem amarras, sem bandeiras, nada, só eu, a dança, a professora e a curtição de estudar em grupo.
A má notícia é que, eu vou precisar me desdobrar, se já não tenho tempo hoje imagina voltando às aulas? Pois é, me dividir entre o marido, os filhos-cachorros, a família, os estudos da pós e a dança vai ser difícil.
Se minhas visitas ao blog estavam sendo esporádicas, agora acontecerão junto com a visita do cometa Halley.
Não vou tirar o site do ar, mas não sei quando poderei voltar. Ter um blog e não atualizá-lo, ao menos uma vez na semana, me angustia profundamente, mas não tem outro jeito.
Enfim, beijocas para as moçoilas bellydances, prometo vez ou outra passear nos blogs alheios e comentar.
Precisando sabem onde me achar no orkut e no e-mail, no mais vou vivendo aqui no mundo real.

FUI!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Fugindo da normose


O texto abaixo foi retirado do blog da fofa da Lory (Casamento & Arte) e tem tudo a ver com o que acredito e busco na vida e na dança.

Normose, de Martha Medeiros

Dezembro 6, 2009 por lorymoreira
“Lendo uma entrevista do professor Hermógenes, 86 anos, considerado o fundador da ioga no Brasil, ouvi uma palavra inventada por ele que me pareceu muito procedente: ele disse que o ser humano está sofrendo de normose, a doença de ser normal. Todo mundo quer se encaixar num padrão. Só que o padrão propagado não é exatamente fácil de alcançar. O sujeito “normal” é magro, alegre, belo, sociável, e bem-sucedido. Quem não se “normaliza” acaba adoecendo. A angústia de não ser o que os outros esperam de nós gera bulimias, depressões, síndromes do pânico e outras manifestações de não enquadramento. A pergunta a ser feita é: quem espera o que de nós? Quem são esses ditadores de comportamento a quem estamos outorgando tanto poder sobre nossas vidas?

Eles não existem. Nenhum João, Zé ou Ana bate à sua porta exigindo que você seja assim ou assado. Quem nos exige é uma coletividade abstrata que ganha “presença” através de modelos de comportamento amplamente divulgados. Só que não existe lei que obrigue você a ser do mesmo jeito que todos, seja lá quem for todos. Melhor se preocupar em ser você mesmo.
A normose não é brincadeira. Ela estimula a inveja, a autodepreciação e a ânsia de querer o que não se precisa. Você precisa de quantos pares de sapato? Comparecer em quantas festas por mês? Pesar quantos quilos até o verão chegar?

Não é necessário fazer curso de nada para aprender a se desapegar de exigências fictícias. Um pouco de auto-estima basta. Pense nas pessoas que você mais admira: não são as que seguem todas as regras bovinamente, e sim aquelas que desenvolveram personalidade própria e arcaram com os riscos de viver uma vida a seu modo. Criaram o seu “normal” e jogaram fora a fórmula, não patentearam, não passaram adiante. O normal de cada um tem que ser original. Não adianta querer tomar para si as ilusões e desejos dos outros. É fraude. E uma vida fraudulenta faz sofrer demais.

Eu não sou filiada, seguidora, fiel, ou discípula de nenhuma religião ou crença, mas simpatizo cada vez mais com quem nos ajuda a remover obstáculos mentais e emocionais, e a viver de forma mais íntegra, simples e sincera. Por isso divulgo o alerta: a normose está doutrinando erradamente muitos homens e mulheres que poderiam, se quisessem, ser bem mais autênticos e felizes”.

Martha Medeiros
(05.08.07-Jornal Zero Hora-P.Alegre-RS)

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Cuidando do visual

Gente, eu sou tão chique que até dói! Hehehe.

Provavelmente vocês já ouviram falar do Esquadrão da Moda, pois bem, eu adoro. Quando eu vivia uma vida mortal, e não precisava me dividir em três, eu assistia com frequência a versão original no People & Arts.

Tenho uma colega que é consultora de imagem, ou como dizem os que adoram “inglesar”, personal stylist, e realiza um trabalho muito bacana, no melhor estilo Esquadrão.

Como é tempo de rever tudo, e mais da metade do meu guarda-roupa já se foi, achei que o trabalho dela era perfeito para esse momento, e rolou uma troca de serviços. Ela está fechando o TCC e meus serviços de design editorial entraram na troca.


O que é?

A Consultoria de Imagem tem como objetivo estudar, orientar e adequar uma imagem pessoal, trazendo o auto-conhecimento como uma ferramenta indispensável na arte de se vestir.

A maneira de se vestir, andar, falar e gesticular formam uma imagem visual e comportamental que transmite várias mensagens, as quais podem ser, favoráveis ou desfavoráveis, abrindo ou fechando portas em todas as horas, locais e oportunidades.

Uma imagem correta e equilibrada sabe transmitir sua maneira de pensar, preferências e objetivos, através do estilo. Sabe usar as cores a seu favor estando sempre com uma aparência saudável, leve e luminosa. Sabe realçar e camulflar suas proporções agregando harmonia ao visual e, finalmente, consegue ter um guarda roupa coordenado com compras certas e seguras tornando sua vida muito mais prática.

Agregar mais segurança e confiança aumenta sua auto-estima resultando numa mensagem totalmente adequada a todas suas expectativas.”

Alana Rodrigues Alves


Como funciona?

“Tudo se inicia com um trabalho de avaliação. A primeira atitude é descobrir o estilo do cliente, considerando o tipo de vida, preferências, dificuldades e necessidades. O próximo passo é a análise física: tipo e particularidades físicas.

Esta análise é o que possibilita a construção de uma imagem equilibrada, adaptando as roupas à impressão que se quer causar e projetar.”

Sylvia Cesário Pereira


Trocando em miúdos

Estou adorando!

O corte de cabelo não era na primeira etapa, mas eu quis antecipar porque meu antigo corte já tinha vencido o prazo de validade.

O novo corte foi uma escolha minha, eu já queria viver a experiência de ter cabelo curtinho, com nuca de fora. Minha consultora aprovou a escolha, acompanhou o processo todo e registrou o momento.

Respondi alguns questionários para traçar meu perfil e preferências, já recebi dicas preciosas e, graças a Deus, descobri que tenho uma boa dose de bom-senso.

Realizei o teste de cores – sou Outono –, amei, marrom é minha cor favorita! Agora com esse perfil de cores saberei o que vai deixar minha pele mais linda, meu rosto mais saudável, e vai me valorizar.

Estou ansiosamente esperando a revisão do guarda-roupa e as compras, logicamente, como não é o programa Esquadrão da Moda, não terei a verba para torrar no shopping, então comprarei apenas o básico e, com posse do relatório, irei repondo aos poucos as peças que forem se desgastando dentro do perfil que me favorece.

Ainda não cheguei ao final da experiência, mas já pensei que esse tipo de trabalho seria ótimo para as bailarinas de dança do ventre, porque, vamos combinar, tem gente que insiste em usar o modelão tradicional de roupa de dança mesmo não lhe valorizando.

No meu caso, por exemplo, o formato do meu corpo não é valorizado pelo tradicional cinturão e saia, meu bumbum é bem redondo, começa bem lá em cima, joga o cinturão para cima e aí, ou ele fica cobrindo o umbigo na frente, meio alto para o padrão bellydance, ou ele escorrega e evidencia minha barriga, deixando a coitadinha maior do que já é.

Além de nos valorizar, como já dito pelas especialistas citadas, a consultoria de imagem nos permite mandar nossa mensagem ao mundo, perfeito para a dança, perfeito para a vida.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Igualdade de direitos?


Hoje tomei um susto com um novo comentário no blog.
Eu entendo que existam assuntos polêmicos, mas simplesmente ignorá-los é se recusar a pensar sobre a dança da forma como ela merece, então vamos refletir e, quem sabe, aprender a indignação da anônima Deise.


“meu nome e deise

MEU DEUS...daqui a pouco vai ter um monte de bichonas, travecas invadindo o espaço de mulheres que batalham a anos por uma vaga dentro da dança, e claro que homem nenhum pode invadir a dança do ventre...foi criada para a mulher minha querida! e por mulheres...homem rebolando um oito...com veus...fala serio!
acho que deve ser por isso que vc nao ficou dentro da dança...
isso aqui e o clube da luluzinha como diz as lindas e maravilhosas dançarinas lulu sabongi, nastenka, sarha farah...e etc...etc e etc...
os homens ja tem seu espaço como bailarino na dança arabe, egipcia turca e por ai vai...mas na dança do ventre nao, nao e NAO!
Eles querem por o bedelho em tudo o que e da mulher, se for assim vai ser uma invasao de bichas avacalhando a dança do ventre que ja tem religioes que fazem de tudo para por a dança do ventre como erotica ou vulgar, ai pronto, vai destruir de vez como uma dança de viado! tem ate boite gay que faz apresentaçoes ridicularizando a nossa arte.sou libanesa e moro no brasil a 20 anos e ate agora nenhuma bailarina ou professora concorda com homem na dança do ventre. E ridiculo. homem que de qualquer maneira quer ser uma mulher.
voce me desculpa mas sou obrigada a defender a nossa classe de bailarinas da dança do ventre.

beijos...”


Sabe Deise, eu já fui do Clube da Luluzinha, aquele em que homem não dança a dança do ventre, já virei a cara quando presenciei uma performance masculina que até hoje me embrulha o estômago, e concordo que é bastante caricato ver um homem se expressando como mulher.
Quando falei que o Marquinhos é de tirar o chapéu eu estava sendo profundamente sincera, acho mesmo que ele arrasa, e graças a ele hoje eu vejo a presença masculina na dança do ventre de uma forma diferente, não profundamente desprovida de preconceitos, mas, pelo menos com a mente mais aberta.
Hoje compreendo que não sou ninguém para dizer o que o outro pode ou não pode fazer, que não são um homem dançando ou uma bailarina se prostituindo que irão me rotular ou prejudicar a imagem da dança do ventre. Acreditar nisso é acreditar que a dança é fraca, produto de modismo, mas ela precede você e eu, e certamente nos sobrevirá.
Seu comentário foi profundamente grosseiro e desnecessário, existem muitas formas de expressar nossa opinião, mas isso vem com a maturidade, a gente quebra muito a cabeça antes de aprender a não vomitar tudo que vem na cabeça.
Diante de sua profunda indignação com o tema, recomendo um psicólogo para ajudá-la a entender e superar esse sentimento, certamente alimentá-lo não lhe fará bem.
Pensa bem, você gostaria de ficar enfiada dentro de casa só lavando roupa e fazendo faxina? Creio que você curta poder sair para o mercado de trabalho, disputar a vaga com um homem de igual para igual (nem tanto, mas vamos lá), ter os mesmos direitos, poder estudar etc. Porque não aplica esse pensamento de igualdade no caso da dança do ventre também? Ele só vale quando inclui a sua pessoa?
E, referente ao seu comentário "acho que deve ser por isso que vc nao ficou dentro da dança...", você se enganou, eu deixei o meio profissional de dança do ventre justamente para evitar o convívio com pessoas como você!

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Balancete



Com a aproximação do final do ano eu me sinto motivada a realizar mudanças em minhas vida, faço aquele balancete que dá uma enorme dor de cabeça mas que, no fim das contas, vale muito a pena.

Ainda é cedo, temos mais de um mês e meio para a badalada final do ano, e minha fogueirinha ainda está longe de queimar (*), mas já estou em ritmo de festa, contando cada um dos 37 dias que faltam para entrar em férias.

Durante todo o ano de 2009, eu operei muitas mudanças, verdadeiros milagres da psicologia em minha vida.

É profundamente engrandecedor quando nos abrimos para novas possibilidades e deixamos de lado preconceitos e, com a psicologia, foi assim.

Levada por uma profunda curiosidade, e pela falta de jeito para lidar com tantas mudanças ocorridas recentemente – como a chegada dos 30 anos, o casamento, a minha insatisfação com a dança profissional e a saída da casa dos pais –, me abri para a terapia.

Coloquei tudo na balança, joguei fora o que não me servia mais, mantive o que era bom e me abri para novas, e boas, possibilidades.

Uma das mudanças está relacionada ao foco que eu dava para a dança do ventre e o papel que ela desempenhava em minha vida. Falei sobre isto no decorrer de todo o ano, explicita ou subliminarmente, em minhas mensagens aqui no blog, e a conclusão me possibilitou relaxar e aproveitar o que ela tem para me oferecer.

Acho que, mais dia, menos dia, toda bailarina deve realizar essa reflexão, super recomendo!

Algumas, de forma mais traumática, podem chegar ao rompimento dessa relação; outras, crescerão e amadurecerão, fortalecendo a presença da dança em sua vida.

Mudei de corte de cabelo, me matriculei em uma nova pós-graduação, doei metade do meu guarda-roupa, organizei meu tempo e deixei de dedicá-lo a coisas menos importantes.

Decididamente, 2009 está sendo o ano da redução!

O ano de 2010, em meus planos, será o ano da busca pelo “caminho do meio”, nada de radicalismos, ou como diz o ditado popular “nem tanto o céu, nem tanto a terra”.


(*) Nos últimos anos, no último dia de dezembro, eu faço uma fogueirinha com tudo que quero afastar da minha vida no ano seguinte. São pessoas e situações que não me fizeram bem no ano e que, simbolicamente, eu retiro da minha vida. Depois jogo na água corrente e deixo no passado. Aprendi essa “bruxariazinha” com Lulu Sabongi e me divirto muito realizando-a.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

“Juntas podemos mais”

Perdi a conta de quantas vezes ouvi minha antiga professora – e parceira de dança – dizer isso e, realmente, houve em tempo em que eu acreditei nisso.

Lendo o blog da amiga Samya Ju eu me lembrei dos dias em que essa máxima me motivava, hoje confesso ter perdido a fé de que um grupo possa produzir e progredir conjuntamente.

Independente das experiências que vivi, que me desmotivaram demasiadamente, achei muito bacana a frase citada pela Ju, "nenhum de nós é melhor do que todos nós juntos", e preciso refletir mais sobre isso, quem sabe cavando bem fundo eu não encontre novamente sentido nisso.

O sentido real da frase só quem pode dizer é quem diz, mas como a interpretação de quem ouve é livre, hoje me questiono se o “juntas podemos mais” não significa que podemos mais que as outras.

Me soa como um diferencial competitivo, já soou como um incentivo para compartilhar, acho que perdi a fé nas pessoas, como dizem por aí, gato escaldado tem medo de água fria!